Segundo Fórum Regional Humanista

“América latina unida, sem guerras y sem violência”

La Paz, Bolivia, 23, 24 y 25 de Novembro 2007

Em 23, 24 e 25 de Novembro de 2007 realizar-se-á em La Paz, Bolívia, o segundo Fórum Regional Humanista “América Latina unida, sem guerras e sem violência”.

Reunir-nos-emos pessoas e organizações de diversas correntes de pensamento e ação, com o objetivo de avançar na união dos povos de América Latina para construir uma região sem guerras e sem violência de nenhum tipo, seja física, econômica, moral, étnica ou religiosa.

Manifestaremos nosso apoio ao processo de transformações que está levando para frente o povo boliviano, e coordenaremos ações para que todos os países da região acolham a proposta do presidente Evo Morales de incluir na Constituição a rejeição explícita à guerra como meio para resolver os conflitos.

Também será a oportunidade para apresentar as diferentes visões sobre a Integração desde os diferentes olhares que estão em jogo na região, e discutir sobre a direção que se propõe para este grande projeto dos povos. América Latina necessita superar a marca da desconfiança que se instaurou ao longo de sua história. Uma verdadeira integração deverá passar pela reconciliação social, limpando desta maneira os ressentimentos que a atam ao passado.

Na declaração final do primeiro Fórum Humanista Latino-americano, realizado em Quito em Outubro de 2006, foi dito: “devemos primeiro construir grandes projetos de integração regional, sem perder nunca de vista que não estamos aspirando à constituição de regiões que depois choquem entre si, mas a integrações regionais que depois possam contribuir umas com outras para o projeto que realmente temos, que é o desta Nação Humana Universal.”

Nessa mesma direção realizou-se o Fórum Humanista Europeu em Lisboa em Novembro de 2006, o Fórum Humanista Asiático em março de 2007, e se realizará o primeiro Fórum Humanista da América do Norte dias 9 e 10 de Novembro de 2007 e o segundo Fórum Humanista Africano, em Nairóbi, em Maio de 2008.

No Fórum de Quito, sintetizaram-se os seguintes quatro eixos de ação nas 20 mesas temáticas em que confluíram os participantes de todo o continente Latino-americano e do Caribe:

- A recuperação dos Recursos Naturais e Energéticos em toda a região.
- A resolução dos conflitos entre países, a retirada das bases norte-americanas e o desarmamento progressivo e proporcional em toda a região.

- A liberdade de circulação das pessoas e a liberdade de radicação.

- O estabelecimento do direito regional à saúde e educação gratuita e de qualidade para todo ser humano na América Latina, como direitos fundamentais para construir a sociedade regional.

A partir de então as mesas temáticas se transformaram em comissões, que seguiram trabalhando e realizando ações próprias durante todo este período.

Em La Paz, será a ocasião de avaliar e potenciar as próximas ações conjuntas nos temas de Saúde, Educação, Não Violência Ativa, Cultura (aportes à construção da identidade regional), Crise Ecológica, Arte para a Integração, Organizações Sociais e sua direção revolucionária, Meios de Comunicação Alternativos, Mulheres, Novas Gerações e Movimento Estudantil, Desenvolvimento Econômico e Justiça Social, Energias Estratégicas, Forças Armadas na Integração, Partidos e Movimentos Políticos, Organizações de trabalhadores, Direitos Humanos, Religiosidade e Espiritualidade, Cidade Humana, Orientação Sexual.


O programa do Fórum para estes dias contempla:

 23 de Novembro      19:00: Ato Inaugural
 24 de Novembro09 h: Painel:
12:00 Constituição das mesas temáticas
14:00 Trabalho das Mesas Temáticas
20:00 Lançamento do livro de Tomás Hirsch
 25 de Novembro 09 h: Painel:
12:00 Trabalho das mesas temáticas:
sínteses de seus intercâmbios.
16:00 Plenário e Ato de Fechamento.

 No marco do fórum terá lugar o Encontro das Novas Gerações, no dia 22 de Novembro, e diversas cerimônias das culturas em Tiwanaku, no dia 26 de Novembro.

Temos uma necessidade cada vez maior de superar o sofrimento e a violência que há em nós e em nossa sociedade. Temos que encontrar-nos, temos que fortalecer-nos e permitir que, desde o fundo de nosso ser, se expresse um grande projeto: a América Latina unida, sem guerras e sem violência.

 

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